História de arrepiar. O cãozinho que obedece à dona falecida...

terça-feira, 25 de outubro de 2011


Uma história de arrepiar. O narrador jura que é verdade que escutou o fantasma da tia mandar o cãozinho ficar quieto e o cão obedeceu
by Telma M.
Esta é uma história sobrenatural; se você acredita em coisas do além vai gostar de lê-la.
Quem contou foi a professora Elenice, uma professora universitária que ensina Português.
Ela jura que é um acontecimento verídico e que aconteceu com ela na semana passada.
Se ocorreu de fato ou foi apenas fruto de sua imaginação ninguém pode afirmar. Entretanto, pela convicção de verdade que ela passou, eu só posso concluir que essa história é uma das nossas “Mentiras Veríssimas”.

Diz Elenice que ela e seu marido foram visitar uma prima querida que mora numa cidadezinha interiorana.
A prima reside, somente com seu cãozinho Lingüiça, num imenso casarão deixado pelos pais (já falecidos há algum tempo).
Elenice e seu marido chegaram ao portão e chamaram a prima, mas o único som que ouviram foram os latidos do Lingüiça.

Como ninguém atendeu, eles insistiram e bateram palmas, tocaram a campainha e chamaram a prima novamente.
O cão fez um estardalhaço tremendo, latindo desesperado, como é próprio dos cães, mas ainda não houve quem atendesse a porta.
O cão continuou fazendo algazarra.

De repente, Elenice e o marido ouviram a voz da prima, no interior da residência, gritando para o cachorro se aquietar.

Logo em seguida o animal obedeceu e fez-se silêncio.
Elenice esperou mais um pouco, certa de que a porta se abriria e a prima apareceria, mas qual o quê... Ninguém atendeu à porta.
Pelo celular ela ligou para o telefone da casa. Ninguém atendeu.

Nossa amiga já estava ficando magoada, pensando que a prima não queria atendê-la. Mil pensamentos de rejeição passaram em frações de segundos por sua cabeça.

Nesse instante, surge um vizinho da prima no portão da casa ao lado.
- Não tem ninguém na casa, a dona saiu logo cedo e ainda não voltou.
- Mas quem foi que gritou com o cachorro?
- Ah, deve ser a mãe dela. Ela fala com o cachorro e ele obedece...
Elenice e o marido sentiram os pelos do corpo arrepiarem e as pernas só tinham uma coisa a fazer: Correr!

Correram como nunca haviam corrido antes. Correram para bem longe da casa da prima, correram para bem longe daquela cidade.
Foram embora e não pensam em voltar...

E você, conhece alguma história de arrepiar? Quer contar a sua experiência aqui? Pois então escreva-nos contando seu caso arrepiante...

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Um comentário:

  1. Olá Telma !!

    Eu acredito sim ! Não sou muito religiosa, e a existência após a morte é uma incógnita pra mim, mas existem situações que realmente são intrigantes e não nos deixam muitas dúvidas sobre isso, por mais que tentemos usar argumentos céticos...
    Uma coisa que aconteceu comigo na adolescência foi que ao brincar aquele negócio do copo, para conversar com espíritos, de repente do nada o copo voôu e se espatifou na parede... e ninguém tinha feito nenhum movimento brusco... para atirar um copo, é necessário um movimento bem visível né...
    Eu também corri, corri muito, minha casa era longe e eu corri, esqueci de ônibus, etc, só queria sair dali o mais rápido possível !! estávamos na casa de uma amiga minha... mas coitada, nunca mais recebeu minha visita rsrs
    Sinistroooo

    Beijossssssss

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